Sorry, you need to enable JavaScript to visit this website.
Adicione aos Favoritos
Salvar ícone no telefone

Arritmia cardíaca e palpitações são a mesma coisa? Entenda

Nos consultórios médicos, muitos pacientes relatam a sensação de palpitação como um dos motivos para terem agendado a consulta. Os batimentos acelerados podem ser sinal de um quadro de arritmia, como a fibrilação atrial, especialmente se o sintoma for percebido em um momento em que não houve esforço físico ou outro motivo para a alteração. 

No entanto, as palpitações não estão necessariamente relacionadas a problemas no coração. Elas também podem estar ligadas a outros fatores, como estresse ou hipertensão arterial. Por isso, é muito importante receber o diagnóstico de um profissional para saber exatamente o que está ocorrendo e encontrar o tratamento mais adequado para o seu caso.

Como saber se as palpitações são sintomas de uma arritmia?
"O termo 'arritmia cardíaca' refere-se a alterações da condução elétrica do coração, ou seja, condição esta que leva a alteração do batimento cardíaco", conta a cardiologista Bruna Baptistini. "Dentro do conceito de arritmia, existem as taquicardias (quando o batimento é mais acelerado – acima de 100 bpm), as bradicardias (quando o batimento é mais lento – abaixo de 50 bpm) e os descompassos (quando o batimento é irregular)", explica. 

A sensação de palpitação é um sintoma comum de arritmia, mas não é o único. Segundo a especialista, outros sinais aos quais você deve ficar atento são o escurecimento da visão, o descompasso do batimento, a falta de ar, a tontura e o desmaio, mas eles podem variar de caso para caso. "O diagnóstico preciso pode ser feito perante anamnese (história clínica), exame físico e exames complementares, como eletrocardiograma, holter 24h, teste ergométrico, ecocardiograma e estudo eletrofisiológico", explica. Com o resultado em mãos, os tratamentos adequados podem ter início.

É possível ter arritmia sem sentir palpitações?
A arritmia silenciosa ou assintomática é um quadro mais comum do que muitas pessoas imaginam. O nome indica uma arritmia que ocorre sem que o paciente sinta palpitações ou mudanças perceptíveis no ritmo do coração. Apesar de não ser incômoda, ela também pode ser séria e precisa ser diagnosticada e tratada o quanto antes. Para detectá-la, é fundamental visitar o médico regularmente para consultas de rotina, especialmente se você tiver mais de 30 anos. "O objetivo é evitar complicações tais como aumento do tamanho do coração, acidente vascular cerebral, infarto e morte súbita, que seria a consequência mais grave", afirma Dra. Bruna. 

E quando a palpitação não está ligada à arritmia?
Após a avaliação do médico, se não houver um diagnóstico de arritmia ou de qualquer outra doença cardíaca, você pode ser orientado a buscar outros especialistas para verificar as possíveis causas para as palpitações. Um quadro de ansiedade, por exemplo, vai exigir um tipo de tratamento, enquanto um paciente com pressão alta vai receber outras orientações. Receber um diagnóstico preciso é a chave para encontrar o tratamento que vai fazer o melhor efeito no seu caso. Independente da causa da palpitação, não hesite em buscar a ajuda de que precisa. Quanto antes você identificar a raiz do incômodo, mais cedo poderá resolver o problema e menores serão as chances de o quadro se agravar.

Profissional consultado: Dra. Bruna Baptistini - Cardiologista - CRM/SP 145.229

166215-210202 ©Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda, 2021.
As informações deste material destinam-se unicamente como auxílio geral educativo. Sempre busque a orientação de um profissional de saúde qualificado.
Johnson & Johnson Medical Brasil, uma divisão Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos de Saúde Ltda. Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 Complexo JK - Bloco B, São Paulo/SP, CEP 04543-011 Responsável técnico: Daniela Godoy Pantalena - CRF-SP nº 53.496