Importância do tratamento

Fibrilação Atrial é uma doença 

progressiva​

Se você ou uma pessoa querida foi diagnosticado com FA, é importante obter tratamento assim​ que possível. A FA é uma doença progressiva, que se torna cada vez mais difícil de tratar quando​ persiste por mais tempo.1

O tratamento precoce da FA pode ajudar a interromper a progressão da doença para uma forma​ mais persistente, na qual ela causa sintomas mais frequentes e de mais longa duração.2, 3, 4​

A FA também aumenta o risco de outras condições, que podem ser mais sérias e até mesmo de​ risco à vida, tais como um acidente vascular cerebral ou insuficiência cardíaca.5, 6​

A FA é uma das causas mais comuns de acidente vascular cerebral – até 30% de todos os​ Acidentes Vasculares Cerebrais ocorrem em pessoas com FA.

inmportancia do tratemento

Risco de Acidente 

Vascular Cerebral

O batimento cardíaco irregular da fibrilação atrial significa que o sangue pode ficar represado no seu​ coração, o que aumenta o risco de formação de coágulos. Quando bombeados para fora do coração,​ esses coágulos podem bloquear uma artéria do cérebro, resultando em um acidente vascular​ cerebral.8 A FA é uma das causas mais comuns de acidente vascular cerebral, com até​ 30% de todos os acidentes vasculares cerebrais ocorrendo em pessoas com FA.7, 5​

As pessoas que apresentam FA tendem a vivenciar acidentes vasculares cerebrais mais graves e​ devastadores do que as pessoas sem FA.9,;10 Todos nós sabemos que os​ acidentes vasculares cerebrais podem causar uma incapacidade significativa, que impacta tanto o​ bem-estar físico quanto o bem-estar psicológico dos pacientes,8, 11 de modo que o​ tratamento que reduz o risco de um acidente vascular cerebral é de enorme importância.​

atrial fibrillation stroke risk

Qual é o seu risco de um Acidente Vascular Cerebral?

Sabemos que o AVC é uma das principais e mais graves complicações associadas à fibrilação atrial. Ter AF aumenta o risco de derrame em 2,4 vezes.

O seu médico avaliará seu risco de derrame, mas você pode fazer seu próprio cálculo inicial usando o questionário "Pontuação do meu risco de AVC". Ao preencher algumas perguntas simples sobre sua idade, saúde e estilo de vida, você receberá uma pontuação de risco de derrame. Esta não é uma avaliação definitiva, apenas um indicador sobre o qual você pode conversar com seu médico com mais detalhes. Se você tiver um risco aumentado de derrame, há muitas maneiras diferentes de reduzir esse risco e seu médico poderá discutir as diferentes abordagens com você.

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Impacto da Fibrilação 

Atrial no dia-a-dia​

Os sintomas de fibrilação atrial variarão entre as pessoas, tanto no quão frequentemente elas os​ apresentam, quanto no quão graves eles são. Se você apresenta quaisquer sintomas de FA, você pode observar que eles estão tendo um impacto real​ sobre a sua saúde, tornando difícil realizar as suas atividades diárias normais.​

Pessoas com FA relatam sintomas que podem causar uma sensação geral de saúde doente,​ afetando o seu bem-estar físico, emocional e mental.​

Mais de 50% dos pacientes com FA também apresentam uma redução da capacidade de se​ exercitar.(Rienstra M 2012)​

O tratamento tem por objetivo manter esses sintomas sob controle, de modo que as pessoas com​ FA possam realizar as coisas que desejam fazer, seja trabalhar, passar tempo com sua família e​ seus amigos, ou praticar hobbies.​

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Como sua fibrilação atrial está afetando sua qualidade de vida geral?

Algumas pessoas têm sintomas bastante leves de FA, enquanto outras experimentam sintomas que têm um impacto significativo em sua capacidade de realizar suas tarefas e atividades diárias.  

É útil saber quão severamente sua FA está afetando sua qualidade de vida geral é útil, pois você pode compartilhar essas informações com seu médico para que eles possam ter uma compreensão precisa de como sua condição está afetando você. Essas informações podem levar o seu médico a recomendar uma abordagem de tratamento diferente ou a ajudá-lo a acessar o suporte de outros membros da equipe de atendimento mais ampla.  

Faça o download do questionário "A fibrilação atrial está afetando a minha qualidade de vida?" para responder a perguntas sobre FA no seu dia a dia e compartilhar essas informações na próxima consulta médica.

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Referências

1. van Gelder I 2016
2. Nieuwlaat R, Prins MH, Le Heuzey JY, Vardas PE, Aliot E et al. (2008) Prognosis, disease progression, and treatment of atrial fibrillation patients during 1 year: follow-up of the Euro Heart Survey on atrial fibrillation. Eur Heart J 29 (9): 1181-1189.
3. de Vos CB, Pisters R, Nieuwlaat R, Prins MH, Tieleman RG et al. (2010) Progression from paroxysmal to persistent atrial fibrillation clinical correlates and prognosis. J Am Coll Cardiol 55 (8): 725-731.
4. Schnabel R, Pecen L, Engler D, Lucerna M, Sellal JM et al. (2018) Atrial fibrillation patterns are associated with arrhythmia progression and clinical outcomes. Heart.Oct;104(19):1608-1614.
5. Zoni-Berisso M 2014
6. Odutayo A, Wong CX, Hsiao AJ, Hopewell S, Altman DG et al. (2016) Atrial fibrillation and risks of cardiovascular disease, renal disease, and death: systematic review and meta-analysis. Bmj 354 i4482.
7. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.
8. Menke J, Luthje L, Kastrup A, Larsen J (2010) Thromboembolism in atrial fibrillation. Am J Cardiol 105 (4): 502-510.
9. Hannon N, Sheehan O, Kelly L, Marnane M, Merwick A et al. (2010) Stroke associated with atrial fibrillation--incidence and early outcomes in the north Dublin population stroke study. Cerebrovasc Dis 29 (1): 43-49.
10. Andrew NE, Thrift AG, Cadilhac DA (2013) The prevalence, impact and economic implications of atrial fibrillation in stroke: what progress has been made? Neuroepidemiology 40 (4): 227-239.
11. Hillis AE, Tippett DC (2014) Stroke Recovery: Surprising Influences and Residual Consequences. Advances in Medicine 2014 1-10.
12. Rienstra M, Lubitz SA, Mahida S, Magnani JW, Fontes JD et al. (2012) Symptoms and functional status of patients with atrial fibrillation: state of the art and future research opportunities.

Aviso Legal: As informações apresentadas aqui não se destina como aconselhamento médico, ou para ser usada para o diagnóstico médico ou tratamento. Por favor, fale com seu médico se você tiver alguma dúvida.

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