Compreender a fibrilação atrial é o primeiro passo

Se você foi diagnosticado com FA, não se preocupe – você não está sozinho. De fato, você é um de 2,5 milhões em toda a América Latina com o problema de ritmo cardíaco mais comum do mundo. Também é esperado que mais de 50.000 novos pacientes sejam diagnosticados a cada ano na América Latina Europa.1

Entender a fibrilação atrial é a primeira etapa em direção ao tratamento de sucesso da sua arritmia. Esta visão geral se destina a ajudar você a se familiarizar com alguns dos principais termos e procedimentos associados à fibrilação atrial, para ajudar você a tomar decisões informadas a respeito dos seus cuidados de saúde.

O seu médico poderá precisar encaminhá-lo para outros membros da equipe de saúde para realizar exames ou procedimentos em um ambiente hospitalar. Pode ser útil entender quem pode estar envolvido e qual papel provavelmente eles desempenham:

Clínicos Gerais

Provavelmente serão o seu primeiro ponto de contato, e o seu médico deterá a responsabilidade geral por fornecer quaisquer cuidados em longo prazo.

Cardiologistas

Médicos especialistas que são especializados nos cuidados do coração; podem estar envolvidos em exames adicionais para estabelecer um diagnóstico pressão arterial. Também podem atuar no laboratório de cateterização auxiliando o eletrofisiologista.

Eletrofisiologistas

Médicos especialistas que enfocam no sistema elétrico do seu coração e no diagnóstico e tratamento de batimentos cardíacos irregulares ou arritmias.

Especialistas em acidentes vasculares cerebrais

Se o seu médico acreditar que você apresenta alto risco de um acidente vascular cerebral, você poderá ser encaminhado para uma equipe especialista em acidentes vasculares cerebrais para avaliar adicionalmente o seu risco, e oferecer aconselhamento médico adicional e um possível tratamento.

Anestesistas

Médicos especialistas, que tratarão a dor durante e imediatamente após qualquer cirurgia.

Entenda suas opções de tratamento

Até 69% dos pacientes relatam sintomas mesmo quando estão sendo tratados para a FA,2,3 de modo que discutir os sintomas em andamento com o seu médico pode levar a decisões a respeito de alterações na abordagem do seu tratamento e à discussão de outras opções.

Faça uma tentativa e esteja tão envolvido quanto possível nessas decisões. A tomada de decisões compartilhada entre os pacientes e suas equipes de saúde demonstrou oferecer benefícios para os pacientes, tais como melhora da aderência aos medicamentos e melhor motivação geral para seguir qualquer aconselhamento fornecido.4

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Referências

1. Global Burden of Disease Collaborative Network (2016) Global Burden of Disease Study 2016 (GBD 2016) Results. Seattle, United States: Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), 2017. Accessed 2018-04-20. Available from http://ghdx.healthdata.org/gbd-results-tool. 
2. Rienstra M, Lubitz SA, Mahida S, Magnani JW, Fontes JD et al. (2012) Symptoms and functional status of patients with atrial fibrillation: state of the art and future research opportunities. 
3. Nieuwlaat R, Capucci A, Camm AJ, Olsson SB, Andresen D et al. (2005) Atrial fibrillation management: a prospective survey in ESC member countries: the Euro Heart Survey on Atrial Fibrillation. Eur Heart J 26 (22): 2422-2434. 
4. Barry M (2012) Shared Decision Making — The Pinnacle of Patient-Centered Care N Engl J Med ; 366:780-781.

Aviso Legal: As informações apresentadas aqui não se destina como aconselhamento médico, ou para ser usada para o diagnóstico médico ou tratamento. Por favor, fale com seu médico se você tiver alguma dúvida.

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