A Fibrilação Atrial é o tipo mais comum de arritmia cardíaca e está se tornando um dos mais importantes desafios de saúde pública, afetando mais de 2,5 milhões de pessoas na América Latina.1

A Fibrilação Atrial pode ser uma condição debilitante para os pacientes, impactando significativamente a sua qualidade de vida. Mas atenção: aproximadamente 30% das pessoas com FA são assintomáticas e a descoberta desses pacientes continua sendo um desafio. A detecção precoce pode permitir uma gestão mais cedo e evitar complicações posteriores.2

O risco da Fibrilação Atrial aumenta com a idade, dobrando a cada década após os 553 anos. Que outros fatores de risco são importantes considerar?

Até 30% de todos os Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) ocorrem em pessoas com fibrilação atrial.4,5 Qual é a melhor maneira de avaliar seu risco e quais intervenções são recomendadas para evitar a ocorrência de um AVC?

References

1. Global Burden of Disease Collaborative Network (2016) Global Burden of Disease Study 2016 (GBD 2016) Results. Seattle, United States: Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), 2017. Accessed 2018-04-20. Available from http://ghdx.healthdata.org/gbd-results-tool.
2. Mairesse G et al.  Europace 2017: (19) 1589-1623 Screening for atrial fibrillation: a European Heart Rhythm Association (EHRA) consensus document endorsed by the Heart Rhythm Society (HRS), Asia Pacific Heart Rhythm Society (APHRS), and Sociedad Latinoamericana de Estimulación Cardíaca y Electrofisiología (SOLAECE).
3. ahangir A, Lee V, Friedman PA, Trusty JM, Hodge DO et al. (2007) Long-term progression and outcomes with aging in patients with lone atrial fibrillation: a 30-year follow-up study. Circulation 115 (24): 3050-3056.
4. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.
5. Zoni-Berisso M, Lercari F, Carazza T, Domenicucci S (2014) Epidemiology of atrial fibrillation: European perspective. Clin Epidemiol 6 213-220.

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