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Quais os principais mitos sobre Fibrilação Atrial?

A fibrilação atrial é um problema cardíaco um pouco menos conhecido e, por isso, podem surgir alguns mitos sobre a condição. É muito importante que esses sejam desconstruídos para que o paciente siga o diagnóstico e o tratamento corretos o quanto antes. Por isso, é sempre relevante buscar orientações de um médico especialista. Para te ajudar a dar o primeiro passo, conversamos com Dr. Bruno Papelbaum, cardiologista e especialista em eletrofisiologia clínica e invasiva e arritmologia, que corrige alguns mitos sobre a fibrilação atrial.

Principais mitos da fibrilação atrial

“Dentre os principais mitos acerca da fibrilação atrial, destaco, primeiramente, a afirmação de que é normal sentir o coração palpitar frequentemente”, afirma o médico. “O coração tem um mecanismo natural de aceleração, acionado durante atividades físicas ou em situações de grandes emoções. Quando isso ocorre em repouso, é um alerta para algum problema”.

Ainda segundo o médico, outro mito é a ideia de que quem tem arritmia não pode consumir bebida alcoólica, energético, café, chocolate e refrigerante em nenhuma hipótese. Na realidade, o consumo desses itens pelo paciente com fibrilação atrial pode ser permitido, mas sempre de maneira moderada e conforme orientado por um médico. Por outro lado, não é indicado consumi-los em excesso e de forma combinada. 

“Se todos esses alimentos e bebidas forem combinados, aí sim podem funcionar como um fator de excitação, provocando arritmias como a fibrilação atrial, com possibilidade de consequências graves. Pequenas doses de cafeína não causam arritmias, mas aumentam a frequência cardíaca em torno de 5 a 10 batimentos por minuto, por exemplo”, explica Papelbaum.

FA pode progredir com a idade

Dentre as afirmações verdadeiras acerca da FA, o cardiologista destaca o fato da doença poder progredir com a idade. Ou seja, quanto mais tempo o paciente permanecer sem tratamento adequado para controle da doença, maior a chance de ocorrer progressão. “A fibrilação atrial tem uma possibilidade de progressão, especialmente a partir dos 65 anos. Também por isso o tratamento deve ser instituído o mais brevemente possível”, orienta o profissional.

Médico consultado: Dr. Bruno Papelbaum - cardiologista, especialista em eletrofisiologia clínica e invasiva e arritmologia - CRM: 122.467/SP


 ©Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda, 2021.
As informações deste material destinam-se unicamente como auxílio geral educativo. Sempre busque a orientação de um profissional de saúde qualificado.
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