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Fibrilação Atrial: o que é? Quais as principais causas e sintomas?

A fibrilação atrial é o tipo mais comum de arritmia cardíaca¹. A arritmia, de maneira geral, é um descompasso no ritmo cardíaco. Em termos mais simples, se trata de uma irregularidade no ritmo em que o coração bate. Quando não é investigada e tratada devidamente, a fibrilação atrial pode provocar diversas complicações ao paciente.      

“Fibrilação atrial (FA) é um dos distúrbios do ritmo cardíaco, na qual o eixo elétrico normal, chamado de ritmo sinusal, é substituído por vários pequenos disparos elétricos simultâneos, especialmente na cavidade cardíaca chamada átrio esquerdo”, define o cardiologista Bruno Papelbaum, que é especialista em eletrofisiologia clínica e invasiva e arritmologia.

Principais causas da fibrilação atrial

O problema pode ser provocado por diversas causas, desde fatores de estilo de vida (controláveis), até fatores não modificáveis, como doenças cardiovasculares e genética favorável. “Dentre as causas da fibrilação atrial, destaco as seguintes: idade (acima de 65 anos), uso excessivo de álcool, hipertensão arterial não-controlada, obesidade ou apnéia do sono”, informa o especialista.

Sintomas e casos silenciosos

Como a fibrilação atrial compromete o desempenho do coração em bombear adequadamente o sangue para todo o corpo, o paciente acaba manifestando sensações como consequência (sintomas). “O principal sintoma de fibrilação atrial é a palpitação, que habitualmente vem descompassada e irregular. Também pode ocorrer falta de ar ou dificuldade para realizar atividades que normalmente não eram problemáticas”, afirma o médico.

Ainda segundo Papelbaum, o paciente com fibrilação atrial também pode sentir tonturas e desmaios (chamadas síncopes). Vale ressaltar que nem todos os casos cursam com sintomas, o que significa que existe a possibilidade da doença ser “silenciosa”. Estima-se que 15 a 30% dos pacientes não apresentam sintomas²,³. Isso reforça a importância de fazer consultas médicas regulares para ter um controle maior da saúde no geral e de aumentar as chances de um diagnóstico precoce.  

Médico consultado: Dr. Bruno Papelbaum - cardiologista, especialista em eletrofisiologia clínica e invasiva e arritmologia - CRM: 122.467/SP
  

Referências:

1. Global Burden of Disease Collaborative Network (2016) Global Burden of Disease Study 2016 (GBD 2016) Results. Seattle, United States: Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME), 2017. Accessed 2018-04-20. Available from http://ghdx.healthdata.org/gbd-results-tool. 

2. Rienstra M, Lubitz SA, Mahida S, Magnani JW, Fontes JD et al. (2012) Symptoms and functional status of patients with atrial fibrillation: state of the art and future research opportunities.
3. Boriani G, Laroche C, Diemberger I, Fantecchi E, Popescu MI et al. (2015) Asymptomatic atrial fibrillation: clinical correlates, management, and outcomes in the EORP-AF Pilot General Registry. Am J Med 128 (5): 509-518 e502.

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