Sorry, you need to enable JavaScript to visit this website.
Adicione aos Favoritos
Salvar ícone no telefone

Quais condições aumentam o risco de Fibrilação Atrial?

Assim como outros quadros cardiovasculares, a fibrilação atrial (FA) também conta com fatores de risco, que influenciam a manifestação ou intensificação da doença. Inclusive, algumas condições cardíacas podem atuar como fatores de risco da FA, como a hipertensão, por exemplo ¹. Por outro lado, a FA também pode funcionar como fator de influência para o desenvolvimento de outras comorbidades. 

Principais fatores de risco da fibrilação atrial

“A hipertensão pode ser um fator de risco para a arritmia, assim como para um acidente vascular cerebral (AVC). Mais precisamente, a hipertensão pode ser fator de risco para diversas doenças cardiovasculares, o que inclui a fibrilação atrial, que é considerada a arritmia mais comum do mundo - afeta de 1,5 a 2 milhões de pessoas no Brasil”, informa o cardiologista Bruno Papelbaum, especialista em eletrofisiologia clínica e invasiva e arritmologia.

Tendo em vista que a pressão alta é um fator de risco importante para a fibrilação atrial ¹, é válido adotar os cuidados recomendados nos quadros de hipertensão, que passam pela adoção de hábitos saudáveis de vida. Prática regular de atividade física e alimentação balanceada ²,³, rica em legumes, frutas e verduras, e pobre em sal, fritura e gordura, são alguns exemplos.

Consumo excessivo de álcool, sedentarismo, tabagismo e consumo de sal/sódio na alimentação são hábitos que levam à obesidade ¹, elevam a pressão sanguínea e, consequentemente, são fatores de risco para doenças cardiovasculares. Além de atuar em cima desses fatores de risco, o paciente pode se beneficiar do uso de medicamentos específicos para controle da fibrilação atrial, assim como da hipertensão.    

FA pode provocar um AVC

Segundo o médico, a principal consequência da fibrilação atrial é o AVC. “Palpitações, dores ou desconfortos no peito, tontura e falta de ar são sinais frequentes. Mas, em muitos casos, a FA é assintomática, e os pacientes só a descobrem em sua manifestação mais grave, que é o AVC”, afirma Papelbaum. Isso reforça a importância de realizar consultas cardiológicas frequentes.

Médico consultado: Dr. Bruno Papelbaum - cardiologista, especialista em eletrofisiologia clínica e invasiva e arritmologia - CRM: 122467/SP
  

Referências:

1. Boriani G, Laroche C, Diemberger I, Fantecchi E, Popescu MI et al. (2015) Asymptomatic atrial fibrillation: clinical correlates, management, and outcomes in the EORP-AF Pilot General Registry. Am J Med 128 (5): 509-518 e502.

2. Menezes AR, et al. (2015) Lifestyle Modification in the Prevention and Treatment of Atrial Fibrillation Prog Cardiovasc Dis ;58(2):117–25.
3. Sabzwari S, et al. 2018 Ten Lifestyle Modification Approaches to Treat Atrial Fibrillation Cureus ;10(5):e268.

©Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos para Saúde Ltda, 2021.
As informações deste material destinam-se unicamente como auxílio geral educativo. Sempre busque a orientação de um profissional de saúde qualificado.
Johnson & Johnson Medical Brasil, uma divisão Johnson & Johnson do Brasil Indústria e Comércio de Produtos de Saúde Ltda. Av. Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 Complexo JK - Bloco B, São Paulo/SP, CEP 04543-011