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Quais são os 3 principais motivos para procurar um eletrofisiologista?

Ao procurar um cardiologista para tratar problemas relacionados ao coração, o paciente é orientado a realizar um exame para verificar as atividades elétricas cardíacas, com o propósito de avaliar se ocorrem variações na frequência do principal órgão do sistema cardiovascular. Essa avaliação é idealmente feita por um eletrofisiologista, uma especialização da cardiologia. Para entender um pouco mais sobre essa área e descobrir quando procurar um eletrofisiologista, separamos algumas informações importantes sobre o assunto.

Eletrofisiologia: o que é e para que serve?

A eletrofisiologia é o estudo de atributos elétricos que ficam localizados em determinados tecidos e partículas, buscando identificar e registrar o desempenho elétrico do coração com a finalidade de examinar alterações no ritmo cardíaco. “A eletrofisiologia é uma subespecialidade da cardiologia voltada ao tratamento das alterações na atividade elétrica do coração”, explica o cardiologista e eletrofisiologista Rodrigo Sá. 

Uma das ferramentas à disposição do eletrofisiologista é o exame chamado Estudo Eletrofisiológico, no qual são utilizados eletrodos específicos capazes de avaliar com precisão o sistema elétrico do coração ¹. A indicação desse exame deve ser feita pelo cardiologista caso o paciente apresente sinais sugestivos de alterações na frequência cardíaca que sejam ocasionados por problemas relacionados ao coração.

Por que procurar um eletrofisiologista?

São três os principais motivos que levam o paciente a fazer um exame com o eletrofisiologista: 

-    Pacientes que sofrem com súbita e frequente perda de consciência;
-    Pacientes com desconforto significativo na região no peito (vale destacar que isso é diferente de dor na região)
-    Pacientes com alterações de frequência cardíaca, como taquicardia ou braquicardia.

“Entre os principais atendimentos dos médicos da especialidade, estão pacientes acometidos por síncope, popularmente chamada de desmaio; pacientes com sintomas descritos como palpitação (batidas no peito, regulares ou irregulares) e pacientes onde já foram identificados comportamentos anormais do ritmo ou frequência cardíaca, por exemplo; e pacientes com bradicardia (coração lento) ou taquicardia (coração acelerado)”, destaca o especialista. “Neste grupo a fibrilação atrial e as extrassístoles sem dúvida alguma merecem destaques como os mais comuns”. 

Apesar de estar relacionado de maneira bastante comum com a fibrilação atrial e outras arritmias, a eletrofisiologia também é importante para examinar a existência de outras enfermidades. “Existem doenças que primariamente se manifestam com alterações desta atividade, quer seja do compasso cardíaco, quer da frequência cardíaca”, afirma Dr. Rodrigo. “No entanto, muitas doenças de outros órgãos ou mesmo doenças estruturais do coração podem se manifestar com alterações elétricas”.


Profissional consultado: Dr. Rodrigo Sá - cardiologista especialista em eletrofisiologia e estimulação cardíaca – CRM/RJ 52-82907-2 
  

Referências: 
1.    Jakolinski M. Eletrofisiologia Cardíaca. SOBRAC 2018 - XXXV Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas - Disponível em: http://itarget.com.br/newclients/sobrachome.org/home/wp-content/uploads/videos/precon/2018/arritmias/pdf/2018_11_24/O%20estudo%20eletrofisiol%C3%B3gico%20e%20suas%20indica%C3%A7%C3%B5es-14h00-14h20_Marcus%20Jakolinski.pdf


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