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Quais as diferenças entre cardiologista e eletrofisiologista?

A cardiologia, situada como especialidade médica, foi moldada com os conhecimentos científicos disponíveis e evoluindo conforme as tecnologias da época permitiam estudar e compreender o sistema cardiovascular.¹ Entre as mais diversas subespecialidades desta área tão importante da medicina está a pouco falada eletrofisiologia. A fim de esclarecer dúvidas em relação às principais diferenças entre o profissional cardiologista e eletrofisiologista, destacamos algumas informações importantes a seguir. 

A eletrofisiologia é uma área específica de atuação dentro da cardiologia

Com o surgimento da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), em 1943, como também a criação dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia, em 1948, o caminho da cardiologia como uma das principais especialidades da medicina foi sendo consolidado no país. Com o tempo, a cardiologia foi relacionada à prática hospitalista, e com avanço tecnológico, foi dividida em áreas específicas de atuação: cardiopatias congênitas, cirurgia cardíaca, cardiologia de emergência e cardiointensivismo, ecocardiografia, eletrofisiologia, etc.¹ “O eletrofisiologista é um cardiologista, mas um cardiologista não é um eletrofisiologista. A formação de cardiologista precisa vir antes da de eletrofisiologista, pois é uma subespecialidade dentro da cardiologia. O cardiologista pode atuar como cardiologista clínico ou pode fazer alguma subespecialidade, dentre elas a eletrofisiologia ou outros que fazem exames como ecocardiograma, teste ergométrico ou hemodinamicista. São subespecialidades dentro da cardiologia”, explica o cardiologista Dr. Marcel Coloma.

O eletrofisiologista é capaz de identificar e tratar arritmias atriais

A arritmia cardíaca é caracterizada pelo descontrole e irregularidade dos batimentos cardíacos, incluindo diagnósticos como fibrilação ou flutter atrial. Medicamentos para controle da frequência cardíaca e afinamento do sangue podem ser prescritos por um cardiologista. O eletrofisiologista é responsável pela identificação precisa do problema por meio de exames de eletrocardiograma de alta resolução e ecocardiograma transesofágico, além de procedimentos de tratamento invasivos como ablação por cateter ou cirúrgica.²,³

Vale destacar que casos graves de cardiopatias precisam ser tratadas mediante a um procedimento conhecido como ablação, um procedimento que deve ser realizado por eletrofisiologistas.  

Profissional consultado: Dr. Marcel Coloma - cardiologista  - CRM/RJ 52-78085-5
  

Referências: 
1. MESQUITA, Evandro Tinoco; SOUZA, Aurea Lucia Alves de Azevedo Grippa de. A Cardiologia e o Cardiologista - Ontem, Hoje e Amanhã. Arq. Bras. Cardiol.,  São Paulo ,  v. 113, n. 3, p. 335-338,  Sept. 2019.
2. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.
3. LORGA FILHO, Adalberto et al . Diretriz de fibrilação atrial. Arq. Bras. Cardiol., São Paulo,  v. 81, supl. 6, p. 7, Nov.  2003.

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