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Ablação com cateter

catheter ablation atrial fibrillation

Esta técnica atualmente se tornou um procedimento comum utilizado para prevenir a fibrilação atrial recorrente.1 O seu médico poderá recomendá-la como uma opção se você não houver respondido suficientemente bem à medicação antiarrítmica (terapias de controle da frequência).1

Existem evidências que sugerem que as pessoas cuja FA não é efetivamente controlada por essas drogas, ou que possam ser alérgicas a elas, alcançarão resultados melhores com uma ablação como cateter.

Estudos clínicos e pesquisas demonstraram que esse estilo de procedimento de ablação apresenta taxas de complicação relativamente baixas e taxas de sucesso boas para os pacientes adequadamente selecionados.1
  

Como ela age?

A ablação com cateter é um procedimento não cirúrgico, que é realizado por um médico especialista denominado eletrofisiologista. Durante um procedimento de ablação com cateter, o médico utilizará uma pequena agulha para possibilitar que os cateteres entrem por meio de uma veia ou artéria (normalmente na sua virilha ou pescoço) – um anestésico local será aplicado à área, de modo que você não sentirá qualquer dor.

Em seguida os cateteres são inseridos e guiados até o coração com o auxílio de monitores radiográficos e, normalmente, um sistema de mapeamento cardíaco tridimensional, que atua como um sistema de navegação para criar um mapa do seu coração. Guiado por esse mapa, o eletrofisiologista posiciona um cateter dentro do seu coração para identificar a fonte dos sinais elétricos anormais. Quando a fonte da sua arritmia é localizada, cateteres terapêuticos são utilizados para produzir pequenas cicatrizes na parte alvo dos seus tecidos cardíacos. Esse processo bloqueia os sinais elétricos anormais que causam a sua arritmia.

O procedimento é tipicamente indolor, embora inicialmente você possa sentir alguma pressão no local de inserção do cateter.

Referências

1. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.

Aviso Legal: As informações apresentadas aqui não se destina como aconselhamento médico, ou para ser usada para o diagnóstico médico ou tratamento. Por favor, fale com seu médico se você tiver alguma dúvida.

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