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Vantagens da ablação com cateter como opção de tratamento para Fibrilação Atrial

A ablação com cateter é uma das principais opções de tratamento para fibrilação atrial. O procedimento é realizado por meio da introdução de cateteres em uma veia ou artéria, normalmente pela virilha, perna ou pescoço, sem necessidade de uma cirurgia, e o objetivo é chegar até uma das câmaras cardíacas para bloquear os circuitos elétricos anormais.

Em comparação a outros métodos, a ablação apresenta alguns benefícios significativos para quem está em busca de uma solução para a fibrilação atrial. Muitas vezes, ela é recomendada como uma alternativa ao uso de medicamentos para o controle da arritmia em pacientes que não respondem suficientemente bem a eles ou estão em busca de um resultado mais rápido, especialmente na prevenção da fibrilação atrial recorrente.1

"Comparado ao uso de drogas antiarrítmicas, a ablação da fibrilação atrial tenta poupar os pacientes dos efeitos colaterais de longo prazo destas drogas, bem como proporcionar um controle mais duradouro dos episódios de arritmia", explica o cardiologista e eletrofisiologista Rodrigo Sá. "Mesmo quando não é curativa, a expectativa é ter pelo menos um controle mais eficaz, com redução dos episódios sintomáticos e prolongados", afirma.

Resultados da ablação por cateter em casos de fibrilação atrial

Estudos apontam que a realização da ablação com cateter oferece até 80% de eficácia na eliminação de sintomas de fibrilação atrial, como a sensação de batimentos irregulares, e  61% de eficácia na redução de episódios clínicos de fibrilação atrial, taquicardia atrial ou outras arritmias atriais. Além disso, cerca de 86% dos pacientes não precisaram de uma nova ablação no futuro graças aos resultados duradouros do procedimento. 2,3

"Dependendo do sintoma e do contexto clínico subjacente, a melhora pode ser imediata. Ao restabelecer o ritmo normal, o paciente que sente palpitação terá seu sintoma aliviado. Outros incômodos, como cansaço e intolerância aos esforços, podem se resolver também de forma imediata ou levar um pouco mais de tempo, dependendo da causa e associação de outras doenças", explica o especialista.

De uma forma geral, a ablação é recomendada especialmente nos casos de arritmia sintomática, ou seja, com incômodos perceptíveis para o paciente. "Também sabemos que o sucesso da ablação é maior nas formas chamadas paroxísticas, isto é, intermitentes, onde se acredita que existam muito mais gatilhos produtores da arritmia do que substratos mantenedores do quadro", explica Dr. Rodrigo.

Por outro lado, há casos em que o médico pode não recomendar a realização da ablação. "Dificuldades de acesso ao coração, como obstruções mecânicas das veias e presença de coágulos nas câmaras cardíacas, podem inviabilizar o procedimento." Nessas circunstâncias, será preciso buscar formas alternativas de tratamento de acordo com a avaliação feita pelo especialista. Para saber mais sobre o assunto, confira a página Opções de tratamento para fibrilação atrial.

Profissional consultado: Dr. Rodrigo Sá - cardiologista especialista em eletrofisiologia e estimulação cardíaca - CRM/RJ 52-82907-2

Referências:
1. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.
2. Mansour M, Calkins H, Osorio J, et al. Persistent Atrial Fibrillation Ablation with Contact Force–Sensing Catheter. J Am Coll Cardiol EP. 2020 Aug, 6 (8) 958-969.
3. PRECEPT IDE G140102.


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