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Ônus econômico da FA

 

Em 2050, projeta-se que a Europa apresente o maior número de pacientes com FA, em comparação a outras regiões globalmente.1 É esperado que isso aumente o número de eventos de acidente vascular cerebral, hospitalizações e visitas aos médicos, finalmente elevando o custo para os sistemas de saúde nacionais.2

A FA está impondo um impacto financeiro crítico cada vez maior sobre os sistemas de saúde no Brasil, com os custos relatados variando de R$ 3,9 bilhões no Brasil em 20189 a MXN 8,4 bilhões no México em 2015.9 Os custos diretos e indiretos envolvidos no tratamento da FA são:

Diretos

  • Hospitalizações
  • Visitas ambulatoriais e aos médicos
  • Prescrições
  • Exames laboratoriais
  • Cuidados em longo prazo

Indiretos

  • Perdas na produtividade laboral
  • Apoio prestado por cuidadores

Estima-se que até 0,55% das despesas com cuidados de saúde anuais totais estejam associados à FA no Brasil.9 O alto custo ocorre predominantemente em virtude de hospitalizações e de complicações tal como um acidente vascular cerebral.3,4

O uso de recursos de saúde em pacientes com FA é alto, com até 40% dos pacientes com FA hospitalizados a cada ano primariamente em virtude de insuficiência cardíaca e recidiva de arritmia.5,7 Os custos hospitalares também podem ser 2x mais altos para a FA persistente do que para a FA paroxística.6 Outros fatores associados a um alto custo hospitalar incluem acidentes vasculares cerebrais e eventos de sangramento, alto risco de um acidente vascular cerebral, alto risco de sangramento e a presença de outras condições.8

 

 

pt afib europe

 

Referências

1. Rahman F, Kwan GF, Benjamin EJ (2014) Global epidemiology of atrial fibrillation. Nat Rev Cardiol 11 (11): 639-654.
2. Zoni-Berisso M, Lercari F, Carazza T, Domenicucci S (2014) Epidemiology of atrial fibrillation: European perspective. Clin Epidemiol 6 213-220.
3. Ball J, Carrington MJ, McMurray JJ, Stewart S (2013) Atrial fibrillation: profile and burden of an evolving epidemic in the 21st century. Int J Cardiol 167 (5): 1807-1824.
4. Stewart S, Murphy NF, Walker A, McGuire A, McMurray JJ (2004) Cost of an emerging epidemic: an economic analysis of atrial fibrillation in the UK. Heart 90 (3): 286-292.
5. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.
6. Le Heuzey JY, Paziaud O, Piot O, Said MA, Copie X et al. (2004) Cost of care distribution in atrial fibrillation patients: the COCAF study. Am Heart J 147 (1): 121-126.
7. Kirchhof P, Schmalowsky J, Pittrow D, Rosin L, Kirch W et al. (2014) Management of patients with atrial fibrillation by primary‐care physicians in Germany: 1‐year results of the ATRIUM registry. Clin Cardiol 37 (5):277‐284. 
8. Casajuana M, Giner-Soriano M, Roso-Llorach A, Vedia C, Violan C et al. (2018) Annual costs attributed to atrial fibrillation management: cross-sectional study of primary healthcare electronic records. Eur J Health Econ.

9. Stevens B, Pezzullo L, Verdian L et al. The economic burden of hypertension, heart failure, myocardial infarction, and atrial fibrillation in Mexico. Archivos de Cardiología de México. 2018;88(3):241-244.

117510-190627