Perguntas Frequentes

O que causa a Fibrilação Atrial?​

As causas de FA nem sempre estão claras e podem ser complexas.1,2,3 As possíveis causas de fibrilação atrial são amplamente variáveis, com cardiopatia, idade, histórico familiar, pressão arterial alta, consumo de álcool, obesidade e outras condições crônicas sendo, todos, fatores que podem aumentar o seu risco de desenvolver FA.1,4
 

A FA pode ser uma condição fatal?

A fibrilação atrial não é de risco à vida por si própria. Entretanto, é importante que você busque tratamento, não somente para controlar os sintomas, mas também porque a FA pode levar a condições de risco à vida, como um acidente vascular cerebral ou insuficiência cardíaca.5,6

A FA é uma das causas mais comuns de acidente vascular cerebral – até 30% de todos os acidentes vasculares cerebrais ocorrem em pessoas com FA.1,5

Meu pai tinha FA. Ela ocorre nas famílias?​

As causas de FA nem sempre estão claras e podem ser complexas.1,2,3

As possíveis causas de fibrilação atrial são amplamente variáveis, com cardiopatia, idade, histórico familiar, pressão arterial alta, consumo de álcool, obesidade, e outras condições crônicas sendo, todos, fatores que podem aumentar o seu risco de desenvolver FA.1,4

Ter um parente com FA e ser do sexo masculino aumenta o seu risco de desenvolvê-la,1,7,8,9,10 mas estes são apenas dois de muitos outros fatores de risco. O importante é conversar com o seu médico se você estiver apresentando quaisquer sintomas de FA  ou se você houver detectado um pulso irregular (hyperlink para a verificação de FA).

Quais são os riscos para a saúde por apresentar FA?

A fibrilação atrial não é de risco à vida por si própria. Entretanto, é importante que você busque tratamento para ela, não apenas para controlar os sintomas, mas também porque a fibrilação atrial pode levar a condições de risco à vida, como um acidente vascular cerebral ou insuficiência cardíaca.5,6

A FA é uma das causas mais comuns de acidente vascular cerebral – até 30% de todos os acidentes vasculares cerebrais ocorrem em pessoas com FA.1,5

A FA pode ser curada?

Existe uma gama de opções de tratamento atualmente disponíveis para a fibrilação atrial, que incluem o tratamento da FA com medicações ou por meio da realização de um procedimento. O seu médico irá ajudá-lo a decidir qual via de tratamento da FA é a certa para você. Consulte a nossa seção sobre tratamento para mais informações a respeito dessas opções.

O que posso fazer para reduzir meu risco de desenvolver FA?

Existem diversas alterações que você pode fazer no seu estilo de vida para reduzir o seu risco de desenvolver FA. Estas incluem manter um peso saudável, exercitar-se regularmente, monitorar a sua ingestão de álcool, e parar de fumar11 – todos os fatores habituais que apoiam um estilo de vida mais saudável.

Referências

1. Kirchhof P, Benussi S, Kotecha D, Ahlsson A, Atar D et al. (2016) 2016 ESC Guidelines for the management of atrial fibrillation developed in collaboration with EACTS. Eur Heart J 37 (38): 2893-2962.
2. Cedars-Sinai, https://www.cedars-sinai.org/.
3. Naser N, Dilic M, Durak A, Kulic M, Pepic E et al. (2017) The Impact of Risk Factors and Comorbidities on The Incidence of Atrial Fibrillation. Mater Sociomed 29 (4): 231-236.
4. Lip GY, Fauchier L, Freedman SB et al. (2016) Atrial Fibrillation Nat Rev Dis Primers. Mar 31;2:16016.
5. Zoni-Berisso M, Lercari F, Carazza T, Domenicucci S (2014) Epidemiology of atrial fibrillation: European perspective. Clin Epidemiol 6 213-220.
6. Odutayo A, Wong CX, Hsiao AJ, Hopewell S, Altman DG et al. (2016) Atrial fibrillation and risks of cardiovascular disease, renal disease, and death: systematic review and meta-analysis. Bmj 354 i4482.
7. Lloyd-Jones DM, Wang TJ, Leip EP, Larson MG, Levy D et al. (2004) Lifetime risk for development of atrial fibrillation: the Framingham Heart Study. Circulation 110 (9): 1042-1046.
8. Paludan-Muller C, Svendsen JH, Olesen MS (2016) The role of common genetic variants in atrial fibrillation. J Electrocardiol 49 (6): 864-870.
9. Gundlund A, Fosbol EL, Kim S, Fonarow GC, Gersh BJ et al. (2016) Family history of atrial fibrillation is associated with earlier-onset and more symptomatic atrial fibrillation: Results from the Outcomes Registry for Better Informed Treatment of Atrial Fibrillation (ORBIT-AF) registry. Am Heart J 175 28-35.
10. Zulkifly H, Lip GYH, Lane DA (2018) Epidemiology of atrial fibrillation. Int J Clin Pract e13070.
11. Menezes AR, et al. (2015) Lifestyle Modification in the Prevention and Treatment of Atrial Fibrillation Prog Cardiovasc Dis ;58(2):117–25.

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